Graduações na Lapinha

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1. Corda Crua
    Iniciante

2. Corda Crua/Amarela                                 
    Evolução

3. Corda Amarela
    Início do caminho para o amadurecimento. Busca dos conhecimentos e do crescimento. Aproximação.


4. Corda Amarela/Laranja
    Evolução

5. Corda Laranja
    Fase do desenvolvimento de sua capacidade criadora. Intensificação dos aspectos físicos e técnicos. Movimento.

6. Corda Laranja/Roxa
    Evolução

7. Corda Roxa
    Começa a se empenhar em fazer as coisas com mais perfeição, orientado para pesquisa em busca de mais conhecimentos. Respeito.

8. Corda Cinza
    Avaliação

GRADUADO

9. Corda Verde
    Começa a tomar conhecimento, no intuito de se aperfeiçoar, em moldar sua personalidade capoeiristica. Aumento as responsabilidades do conhecimento. A floresta: onde tira forças da natureza para a solidificação de seu trabalho. Esperança.


INSTRUTOR

10. Corda Azul/Marrom
       Mente equilibrada e disciplinada. Mar: mostra-se um profundo conhecimento da imensidão do caminho a percorrer. Busca da temperança e do equilíbrio. Lealdade.


PROFESSOR

11. Corda Marrom
       Autovalorização. Amadurecimento, consciente das responsabilidades para com a capoeira e com seu grupo. Desenvolvimento do próprio trabalho. Constância.

12. Corda Marrom/Roxa
       Evolução

CONTRAMESTRE

13. Corda Vermelha
      Sangue do negro derramado. Simbolizando a vida. Vida própria.

14. Corda Vermelha/Branca
       Evolução

MESTRE

15. Corda Branca
       Sabedoria
       Justiça
       Conservador e transmissor da tradição.
       Exemplo
 
                           INFANTIL ATE OS 16 ANOS

1. Corda crua
2. Corda Crua com pontas Amarela
3. Corda Crua com pontas Laranja
4. Corda Crua/Amarela
5. Corda Crua/Amarela com pontas Amarela
6. Corda Amarela/Laranja
7. Corda Amarela/Laranja com pontas Laranja
8. Corda Crua/Roxa
9. Corda Crua/Verde
10. Corda Crua/Azul
11. Corda Azul/Amarela
12. Corda Azul/Laranja
13. Corda Azul/Roxa

Como Uma Onda

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Nós precisamos ficar sempre atentos, em alerta, pois o tempo não pára e tudo passa muito rápido. É como disse Mestre Carlos ao Blog da Lapinha: "Como eram diferentes as coisas...". Pura verdade! Isso nos faz lembrar da música "Como Uma Onda" de Lulu Santos, que diz:


Nada do que foi será
De novo do jeito que já foi um dia


Essas fotos são do ano de 1979.
Tudo passa
Tudo sempre passará

A vida vem em ondas
Como um mar
Num indo e vindo infinito

Tudo que se vê não é
Igual ao que a gente
Viu há um segundo
Tudo muda o tempo todo
 No mundo




Ai, meu tempo, faz tanto tempo

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Ai, meu tempo, faz tanto tempo
que o meu tempo não volta mais
quando os negos de Aruanda
cantavam coros iguais
Ai, meu tempo, faz tanto tempo
que o meu tempo não volta mais
quando os negos de Aruanda
cantavam coros iguais
Nos somos pretos da capanga de Aruanda
a Conceição viemos louvar
Aranda e e e, Aranda e e a
Nos somos pretos da capanga de Aruanda
a Conceição viemos louvar
Aranda e e e, Aranda e e a
Preto velho ficava sentado
no batente do velho portão
Preto velho com sua viola
Preto velho com seu violão
Preto velho com sua viola
Preto velho com seu violão

A história da capoeira em Sorocaba

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"Menino preste atenção No que eu vou lhe dizer: O que eu faço brincando Você não faz nem zangado. Não seja vaidoso, nem despeitado. Na roda da capoeira, há, há Pastinha já tá classificado.(Ladainha de Angola do Mestre Pastinha)
                                   
Grande parte dos estudiosos da capoeira insiste na tese de que o estado de São Paulo só conheceu essa manifestação afro-brasileira a partir de meados do século XX, quando capoeiristas baianos como Mestre Ananias, Mestre Esdras Santos, Mestre Suassuna e outros fundaram seus grupos e academias na capital paulista.
À luz da análise de documentos e pela analogia dos fatos históricos essa afirmação parece insustentável. Primeiro, porque o número de escravos negros no estado de São Paulo sempre foi relevante. Segundo, é fato notório e conhecido que após a proibição do tráfico negreiro (que coincide com a expansão cafeeira) a mão-de-obra escrava da lavoura paulista será buscada na importação do escravo de outras regiões brasileiras em que o ciclo econômico esteja em decadência, como foi o caso da cultura açucareira do Nordeste e a exploração de minérios em Minas Gerais.
Sorocaba, embora não fosse atingida pela expansão cafeeira, antes possuía economia esdrúxula para a época, calcada no comércio de tropas. O número de escravos era relativamente grande, embora concentrados nas mãos de poucos proprietários.
Não há como negar, portanto, a presença marcante do escravo negro na história de Sorocaba. Luiz Mott, pesquisando os arquivos da Torre do Tombo, encontrou mesmo documentos referentes à prisão do escravo João Mulato, em 1767, pelo Tribunal da Inquisição, que estava em visita Pastoral a Sorocaba. A prisão do escravo foi pelo motivo do mesmo portar uma "bolsa de mandinga" — um patuá. Esse amuleto é conhecido por sua fama em "fechar o corpo" de quem o carrega. Dessa forma protege-se de agressão física produzida por quaisquer instrumentos. Autor do texto: Carlos Carvalho Cavalheiro. Saiba mais  

Evento no Japão

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Mestre Carlos da Associação de Capoeira Lapinha, esteve recentemente no Japão, no evento da Instrutora Solange que agora também pertence a nova associação (Capoeira Lapinha). Carlão quer manter a capoeira em alto nível e por isso, está realizando várias mudanças no que diz respeito a prática, conceitos e filosofia dessa nobre arte. Na foto ao lado, Mestre Carlos e a Instrutora Solange, prestigiam uma das autoridades presente no Batizado junto com o professor Giraia do Grupo Senzala e o graduado Corvo do Abada (esses a sua esquerda) e sua aluna. O blog apurou que Mestre Carlos tem retorno previsto para a Inglaterra no próximo dia 12 de dezembro.

 

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